Surgiram novos desenvolvimentos no caso do assassinato de Elvino Dias e Paulo Guambe, com o vazamento de imagens que levantam questões sobre a mulher que estava no carro com eles. Fontes indicam que essa mulher poderia ser uma agente do SISE (Serviço de Informação e Segurança do Estado), sugerindo que sua presença no local não foi por acaso, mas parte de uma operação orquestrada relacionada ao atentado.
A sobrevivência da mulher após o ataque intensificou as especulações, especialmente porque se alega que ela foi resgatada rapidamente, enquanto Paulo Guambe, mesmo ainda vivo, não foi levado ao hospital. Esse cenário gera preocupações sobre a manipulação da cena do crime e possíveis tentativas de encobrimento, já que relatos indicam que evidências, como celulares de testemunhas, foram destruídas pela polícia.
Apesar do vazamento das imagens, não há provas conclusivas que confirmem o envolvimento da mulher em atividades ilícitas, e a falta de transparência das autoridades moçambicanas é um ponto de crítica contínuo. A União Europeia e diversas organizações de direitos humanos exigem uma investigação minuciosa e transparente sobre o caso, que está inserido em um contexto político tenso no pós-eleitoral em Moçambique.
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